Archives
- September 2008 (1)
- July 2008 (1)
- June 2008 (1)
- February 2008 (1)
- January 2008 (1)
- December 2007 (1)
- November 2007 (2)
- October 2007 (7)
- September 2007 (8)
- August 2007 (14)
- July 2007 (10)
- June 2007 (5)
- May 2007 (28)
- April 2007 (1)
Links
- Clema & Pedro - Ilustradores
- Danilo Figueiredo
- Nacionale.cc - Doug Alves aka Nacionale.cc portfolio
- Pedrão Moraes
- Ricardo Ferreira
- Valério Oliveira
- Vento Terral - Aquele vento que vem da terra…
Bom, Japão é um país bizarro.
Entre tias que furam filas e te olha com cara feia pra tudo, e atendentes de lojas que te atendem superbem com um sorriso falso…
hoje foi terrível.
Estávamos eu e a Nádia, minha esposa, passeando, sentado em um trem semi-lotado nos assentos superestofados onde caberiam 7 pessoas, por causa de uma moça magrela, sem ironia, ela realmente era um palito, porém ocupava o espaço reservado pra 1 bunda e meia, no caso dela 5 bundas, se é que podemos falar que japonêsas tem bunda…
Continuando, o trem parou em uma estação que não me recordo o nome, o passageiro que estava sentado ao lado direito da Ná desceu dando um espacinho pra respirar. Eis que surge um pivete, deve ter uns 10 anos com uma mala que caberia a família inteira dele. Quase derrubou a Ná com a sua mochilinha quando ele foi se virar pra sentar.
Assim que ele assentou a bunda da mochila, logo ele começou a reparar que o espaço estava apertado, e a sua curiosidade fez com que ele ameassasse a levantar umas 12 vezes, depois disso perdi a conta pois já estava com raiva do pirralho, para contar quantas pessoas estavam sentadas no banco, conferindo com o número de pessoas sentadas no banco da frente, enfiando a cabeça por entre as pernas da tia que estava na frente. Depois de 5 minutos de turbulencia, achamos que ele tinha se sossegado…
Surge o indicador esquerdo(chamarei de indiquerdo). O Indiquerdo toma sua posição e dispara-se para o alto, em direção ao túnel do montinho mais próximo que ele avistou, o esfíncter nasal esquerdo. Indiqerdo penetra, pesquisa bem o espaço e começa a cavar sem que nada possa lhe desconcentrar. Após umas 5 cavadas, Indiquerdo sai, respira um pouco do ar puro e… tchibúuuummmmm… se mergulha no orifício oral, a.k.a. boca, para tomar uma ducha. Nesse momento, a Ná já não conseguia acompanhar o jogo, enquanto eu narrava com minha cara de nada+assombro.
Indiquerdo sai da boquinha do moleque, e parte pro segundo tempo, cava, cava, cava, e boca. Repetiu umas 3 vezes isso.
Pensando que tinha terminado, fui ver qual estação estava. Ainda faltava bastante pra nossa parada.
Assim que volto a ver o infeliz, estrela o Indireito(o indicador direito). Ele foi tentar bater o recorde conquistado pelo Indiquerdo. Se entupiu no anus nasal direito e cavou, cavou, cavou, boca, sem nem um segundo de descanso, cavou mais e mais e mais. O Indireito deve ter se cansado, e pediu arrego.
Esnobe, o Indiquerdo se ergue novamente e repete a sua tarefa.
Ufa! Terminou!!
- silencio, o meu momento pra olhar pro teto e refletir um pouco sobre o que é nojento -
Do canto do meu olho, vejo algo estranho no rosto do garoto. O pobre narizinho esquerdo dele está FODIDO, ESCANCARADO, sangrando, pedindo para que o garoto tenha mais cuidado, pois nariz não é cu. O naughty boy não percebe, e nesse ponto, eu estava com nojo até de olhar pra ele, então tentei disfarçar ao máximo que não estava prestando atenção nele, e que eu era apenas um gringo perdido.
Uma tia que entrou na estação que estava parado, olha pro rosto do moleque. Pensa umas 3 vezes, olha de novo, se aproxima, pensa mais umas 2 vezes, e avisa ele. O garoto se espanta e se levanta. Vira-se para o vidro da janela do trem para usar como espelho, pegou um lenço de papel e enfia no nariz. Esfrega a mão por onde está o sangue, e leva esta mesma mão para a boca, para umedecer com a saliva, pra tirar o resto do sangue.
Até que enfim, está chegando a estação do garoto.
Ele se levanta 1 estação antes do nosso, e segura no corrimão vertical que estava bem na nossa frente. Eu estava acompanhando todos os locais onde ele tocava, pois pra ter certeza que não iria pegar essa doença chamada porquice.
Engano nosso, ele tinha se levantado apressado de mais, ele foi descer na nossa estação.
Eca, eca, eca.
Para finalizar, ao sair, eu tinha avisado a Ná do perigo tóxico do corrimão, porém, ela se esquece e se apoia.
Depois dessa aventura toda, chegamos intactos e mais higênicos possíveis em casa.
Cada uma que esse paísinho nos apronta…
about
Hello, welcome to my blog.
I'm keita, a Brazilian Japanese, 21 year old PHP and Flash Designer/Developer working in Shibuya/Tokyo now.
Actually, this is my blog for portuguese speaking people. If you're not understanding what's written, you should check my labs page (http://labs.hellokeita.com/)
categories
calendar
| M | T | W | T | F | S | S |
|---|---|---|---|---|---|---|
| « Jun | Sep » | |||||
| 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | |
| 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 | 13 |
| 14 | 15 | 16 | 17 | 18 | 19 | 20 |
| 21 | 22 | 23 | 24 | 25 | 26 | 27 |
| 28 | 29 | 30 | 31 | |||
Wordpress theme by Wordpress Themes & made free by Internet Marketing Center

No user resposed " Terra bizarra "